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sábado, 3 de setembro de 2011

A VERDADE SOBRE OS BONDES DE SANTA TERESA!

A AMAST acaba de disponibilizar em seu site o dossiê da verdade, subsidiado com documentos e informações suficientes para contestar todas as mentiras que vêm sendo repetidas pelo Governador do Estado, pelo Secretário Júlio Lopes e pelos demais responsáveis pelas 7 mortes. Divulguem!



A VERDADE SOBRE OS BONDES, PROVADA COM DOCUMENTOS

agosto 29, 2011 0 Comentários e 0 Reações

PROCESSO 0364100-05.2008.8.19.0001 NA 3ª VARA DE FAZENDA PÚBLICA:

  • Liminar em 17/11/2008: ordenou a recuperação completa do sistema, conforme Plano Estadual de Transportes, incluindo a devolução dos 14 bondes tradicionais, recuperação das estações, cabos aéreos, via permanente de trilhos e gradil sobre os arcos da Lapa. Multa diária de R$ 50.000,00 por descumprimento.
  • Sentença em 24/08/2009: confirmou a liminar, fixou prazos para cumprimento, proibiu que fossem feitas intervenções irregulares no sistema de bondes e condenou o Estado e a Companhia Estadual de Transportes e Logística (CENTRAL) por danos coletivos.
  • Acórdão na Apelação em 10/11/2010: confirmou a liminar e a sentença, que foram mantidas.
Todas as decisões acima comportavam cumprimento imediato, por força do art. 520, VII do Código de Processo Civil. RESPONSABILIZAMOS PUBLICAMENTE PELA DESOBEDIÊNCIA ÀS ORDENS DA JUSTIÇA: O Governador Sérgio Cabral e o Secretário Júlio Lopes (nunca cumpriram a ordem judicial); Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (nunca pediu à justiça a execução da multa ou as providências necessárias para que a decisão fosse cumprida).

PROCESSO TCE-RJ nº 109.637-5/2005:

  • Sessão de Julgamento em 18/08/2009: Conselheiros do TCE-RJ julgaram ilegal o contrato firmado entre a CENTRAL (Cia. Estadual de Transportes e Logística) e a T’TRANS – Trans Sistemas de Transportes e Logística, por irregularidades nos valores praticados e falta de transparência nas justificativas dos preços.
  • Foram declarados ilegais tanto o contrato principal quanto seus aditivos (Contrato 006/ASJUR/2005 tendo como objeto o fornecimento de bens e a modernização de 14 bondes, firmado em 14/07/2005, no valor de R$ 14.096.913,99).
  • Foi aplicada multa ao Presidente da Central à época, Albuíno Cunha de Azeredo, e ao Diretor de Administração de Finanças da CENTRAL à época;
  • Determinou-se a expedição de ofício ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, para apuração de eventuais crimes ou atos de improbidade;
APESAR DESSE JULGAMENTO, NÃO SE TEM NOTÍCIA DE RESPONSABILIZAÇÃO CIVIL OU CRIMINAL DOS ENVOLVIDOS PELOS DANOS AO ERÁRIO. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que tomou conhecimento dessa decisão e, na qualidade de representante dos interesses da coletividade, nada fez, seja contra os agentes públicos envolvidos, seja contra a empresa T’ TRANS, que foi a maior beneficiada nessa transação questionável.

ANÁLISE E CONCLUSÃO DO CREA-RJ (CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO RJ) SOBRE O ACIDENTE DE 16/08/2009:
  • Relatório da CAPA – Comissão de Avaliação e Prevenção de Acidentes, em 21/02/2010: após o acidente que matou a Profa. Andréa de Jesus Rezende, em 16/08/2009, foram realizadas audiências públicas no CREA e na ALERJ, nas quais os referidos órgãos ficaram cientes das denúncias apresentadas pela AMAST, notadamente quanto aos repetidos acidentes e incidentes ocorridos após a implementação dos bondes submetidos à modificação tecnológica pela empresa T’TRANS, com anuência do Governo do Estado e cumplicidade da Secretaria de Transportes.
  • O CREA avaliou os aspectos éticos e técnicos do ocorrido, concluindo pela existência de Grave erro no projeto elaborado pela T’TRANS, omissão da Prefeitura do RJ quanto à ordenação do trânsito em Santa Teresa, recomendando a retirada de circulação dos novos bondes, submetidos à transformação tecnológica denunciada exaustivamente pela AMAST quanto ao custo, ao caráter experimental, ao fracasso e à insegurança dos veículos.

REQUERIMENTOS DA AMAST E DA POPULAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO RIO DE JANEIRO:
  • Pedido de providências, em 25/08/2009, no sentido de cobrar do Governo do Estado, a manutenção dos dois bondes tradicionais (não submetidos à alteração tecnológica), que estavam em situação de penúria e ofereciam riscos à população.
  • Mutirão Virtual, em 29/06/2011, para cobrar explicações do Ministério Público sobre a omissão em pedir à justiça a execução, isto é, o cumprimento das decisões judiciais, a imposição da multa determinada pela justiça e outras providências cabíveis. O MP-RJ recebeu centenas de mensagens por meio de sua Ouvidoria. Só no Facebook, um dos muitos canais de divulgação da mobilização,104 pessoas confirmaram ter enviado mensagem ao MP. NENHUMA SATISFAÇÃO FOI DADA AOS MORADORES QUE MANDARAM MENSAGENS PARA O REFERIDO ÓRGÃO. NENHUMA PROVIDÊNCIA FOI TOMADA, NO SENTIDO DE EXECUTAR AS DECISÕES DA JUSTIÇA.
  • Além dessas providências, foram feitas reuniões presenciais com o Promotor responsável pelo caso, e tudo o que ouvimos foram promessas e teses jurídicas.
  • Em 24/08/2011 o Conselho Nacional do Ministério Público abriu processo, a pedido de uma moradora de Santa Teresa, para investigar a omissão do MP-RJ em pedir o cumprimento da sentença. Os andamentos do processo podem ser consultados nosite do CNMP, pelo número 0.00.000.000906/2011-95.

MENTIRAS OFICIAIS REPETIDAS JAMAIS SE TORNARÃO VERDADES!

agosto 29, 2011 0 Comentários e 0 Reações

MENTIRAS OFICIAIS, REPETIDAS DE FORMA INCANSÁVEL PELO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL E PELO SECRETÁRIO JÚLIO LOPES:

1) Os bondes precisam ser modernizados: MENTIRA
  • O sistema de bondes de Santa Teresa funciona há 115 anos e a história evidencia que os problemas de maior gravidade sempre estiveram ligados à falta de manutenção e ao abandono do poder público.
  • A aventura tecnológica de transformação dos bondinhos em protótipos de VLT mostrou-se um fracasso, cujos resultados foram inúmeros acidentes de menor proporção e incidentes (devidamente ocultados pela CENTRAL e pela Secretaria de Transportes), poluição sonora, instabilidade nas curvas, passageiros feridos e morte da Profª Andréa de Jesus Rezende.
  • O próprio Secretário Júlio Lopes admitiu à imprensa que o processo de “modernização” foi interrompido em função dos inúmeros e recorrentes problemas apresentados pelos “modernizados”. Até hoje a T’TRANS não entregou os 14 bondes previstos em contrato. Onde está o dinheiro?
  • A T’TRANS deu apenas 1 (um) ano de garantia. A transferência de tecnologia e o treinamento dos funcionários da oficina dos bondes foi precário. A manutenção dos bondes-VLT, também conhecidos como Franksteins, é incrivelmente mais onerosa do que a manutenção dos bondes tradicionais.
  • Para diminuir o barulho causado pelos franksteins nas curvas, é necessário comprar uma cêra, cuja lata custa mais de R$ 500,00 e nem sempre há verba disponível para essa finalidade.
  • Os bondes são tombados e o tombamento não abrange apenas sua aparência “bucólica” ou “pitoresca” como imaginam alguns, ou como propagam levianamente outros. O decreto de tombamento abrange o sistema como um todo. Qualquer alteração, inclusiva modernização, deve ser precedida de revisão do decreto de tombamento. Não basta aprovação dos órgãos de patrimônio (IPHAN e INEPAC), pois a atuação destes não pode se sobrepor à lei.
2) Os bondes serão municipalizados: MENTIRA
  • O Sistema de Bondes de Santa Teresa é uma modalidade de transporte de interesse local que acabou ficando com o Estado na época da fusão do Estado da Guanabara. A municipalização é importante. Com ela, os usuários do serviço teriam melhores condições de cobrar da Prefeitura a manutenção, conservação e bom funcionamento, que poderia ser desenvolvido conjuntamente com os demais órgãos municipais de ordenação do trânsito. A Câmara Municipal, por meio dos vereadores, poderia melhor servir aos interesses da população fiscalizando a atuação do Poder Executivo na gestão do sistema.
  • Entretanto, ao declarar que os bondes seriam municipalizados, o Governador Sérgio Cabral estava mentindo. É de conhecimento público que o Governador manipula declarações conforme suas conveniências. À época do acidente que matou a Profª. Andréa, declarou que iria municipalizar os bondes, aparentemente transferindo a responsabilidade para o Prefeito Eduardo Paes.
  • O Prefeito, com a habitual submissão ao “chefe”, jamais esboçou uma única palavra sobre o assunto, jamais moveu uma palha para viabilizar a municipalização, mas aceitou calado a declaração, para ajudar Cabral a desviar o foco. Lamentavelmente, a imprensa de modo geral entregou-se a esse “jogo de empurra”, reproduzindo de forma subserviente a declaração do Governador, até que a mobilização popular e o clamor público sobre o assunto se dissipassem.

3) Não há verba para manutenção: MENTIRA

  • Ainda no Governo de Rosângela Garotinho o Banco Mundial (BID) disponibilizou 22 milhões para serem aplicados na recuperação do Sistema de Bondes.
  • Desse valor, mais de 14 milhões foram destinados à aventura tecnológica fracassada de transformação dos bondes tombados em VLT. A empresa T’TRANS foi agraciada com esse contrato (julgado ilegal pelo TCE-RJ), para promover modificações ilegais nos bondes tradicionais, ao custo unitário de mais de R$ 1 milhão por veículo, ao passo que a recuperação integral de um bondinho tradicional custava, à época, cerca de R$ 300.000,00.
  • Até hoje o Governo do Estado/Secretaria de Transportes e a CENTRAL não prestaram contas de forma transparente sobre a aplicação da verba disponibilizada pelo BID, nem apresentaram o cronograma de execução do contrato ilegal firmado com a T’TRANS.
  • A CENTRAL, que administra o Sistema de Bondes, sofre execuções em âmbito trabalhista e fiscal por razões que nada têm a ver com os bondes. Tratam-se de centenas de processos e um imenso passivo jurídico oriundo da rede ferroviária estadual. Há inúmeras formas de resolver essa situação; uma das possibilidades seria individualizar o patrimônio do SBST e alocá-lo em uma empresa pública voltada unicamente para a gestão do serviço. O Governo do RJ jamais moveu uma palha para modificar esse quadro.
4) Não há peças de reposição no mercado: MENTIRA
  • Os trabalhadores da oficina dos bondes e a população de Santa Teresa que utiliza o serviço há décadas sabem que existem fornecedores de peças no mercado, têm o contato desses fornecedores e já chegaram inclusive a organizar compra simbólica de peças para doação pública à oficina, como ato de protesto pelo abandono.
5) Os passageiros andam no estribo porque gostam, por tradição ou porque é cultural : MENTIRA
  • Os passageiros andam no estribo porque não há bondes suficientes em circulação.
  • Ao contrário do que o Governador e o Secretário de Transportes repetem, o bonde, apesar de símbolo da cidade, não é um mero equipamento turístico. Embora atenda turistas, trata-se de um meio de transporte utilizado pela população de Santa Teresa. A população depende e precisa do transporte por bondes.
  • O transporte no estribo é tolerado de forma vil pelo Governo do Estado/Secretaria de Transportes e CENTRAL, que, incapazes de lidar com as consequências do abandono, agem permissivamente e fecham os olhos para os riscos, para não agravarem a revolta da população.
  • A omissão e a permissividade é tão verdade que só agora, após a queda do turista francês, foram colocadas placas pelo bairro alertando para o risco de viajar no estribo. Estas placas não tem nenhuma serventia além de poluição visual, pois enquanto houver tolerância e enquanto não houverem bondes suficientes para atender a demanda, as pessoas continuação se arriscando.
6) A superlotação nesse acidente foi um fato isolado e será devidamente apurada: MENTIRA
  • A superlotação é um problema habitual, que tem se agravado nos últimos anos, o que sempre foi de conhecimento da Secretaria de Transportes e da Central Logística.
  • Compreender o problema é uma questão de Física: a superlotação ocorre porque não há bondes suficientes para atender a demanda.
  • Se o Secretário Júlio Lopes foi “surpreendido” pela superlotação, das duas uma: ou é incompetente, e deve ser exonerado por desconhecer a realidade do sistema de transporte vinculado a sua pasta, ou é irresponsável, e deve ser exonerado por fechar os olhos para o problema da superlotação , tolerar que as pessoas viajassem em bondes lotados e aplicar a verba de recuperação dos bondes em uma aventura tecnológica.

OUTRAS MENTIRAS OFICIAS SERÃO ACRESCENTADAS.

Abaeté Mesquita
AMAST - Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa
Twitter: @amast_santa



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Visite a página da AMAST - Associação dos Moradores e Amigos de Santa Teresa
www.amast.org.br

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Através das greves dos profissionais da educação pública

No início do mês de agosto, do ano de 2009, o Sérgio Cabral apareceu com uma “novidade” (Projeto de Lei 2474) destinada aos profissionais da educação pública. Afirmou que iria conceder a incorporação integral do Nova Escola ao piso salarial dos professores (promessa de campanha eleitoral do ano de 2006), porém reduziria o percentual entre níveis (de 12% para 7,5%).

Os profissionais da educação foram à ALERJ dizer NÃO à aprovação desta “novidade” e foram atacados pela Polícia Militar. Após isso, entraram em greve por tempo indeterminado. A greve conseguiu barrar a alteração que o governador Sérgio Cabral queria fazer no NOSSO plano de carreiras e salários. Esta foi a conquista da greve de 2009, que poderia ter “arrancado” a incorporação integral do Nova Escola (das 7 parcelas que “pingariam” até 2015, somente no ano de 2009, representando um reajuste em torno de 25%) se houvesse MAIOR ADESÃO à pressão pública e política, por meio da greve.

No ano de 2010, diversas categorias do funcionalismo público estadual receberam aumentos através de reajuste que incidia no piso salarial e de gratificações. Os profissionais da educação receberam, somente, a incorporação de uma parcela do Nova Escola. Lembrem-se que no ano de 2010 não houve greve, mas também não houve conquista.

A campanha salarial de 2011 teve início em fevereiro. Os profissionais da educação pública estadual realizaram paralisações e/ou manifestações todos os meses, a partir de fevereiro de 2011. Em maio, após não terem a atenção do governo estadual, decretou-se o Estado de Greve. Por um mês estivemos em Estado de Greve, sem que o governo do PMDB, de Sérgio Cabral desse a atenção necessária às reivindicações da categoria.

A greve de 2011 foi decretada, em assembleia com mais de dois mil profissionais da educação, em 07 de junho. Somente em dois dias de greve conseguimos a primeira “conquista” da greve: uma audiência com o secretário Wilson Risolia. Nesta primeira audiência ele disse que não poderia fazer NADA por nós, não poderia atender a nenhuma das reivindicações do dos profissionais da educação em greve. E que, talvez, até o dia 15 de julho apresentaria alguma proposta.

Porém, o Governo do Estado se fragilizou muito. A repercussão à repressão da manifestação dos bombeiros, as amizades promíscuas com grandes investidores do Estado do Rio (acidente de helicóptero ocorrido no Sul da Bahia), o escândalo das renúncias fiscais (o governo Cabral, entre 2007 e 2010, deixou de recolher R$ 50 bilhões em impostos de diferentes tipos de empresas, como boates, motéis, mercearias, padarias, postos de gasolina e cabeleireiros), encurralou o governador, a ponto dele se licenciar. A licença acabou e ele teve que conceder anistia administrativa aos bombeiros (aos mesmos que ele chamou de vândalos e covardes) e viabilizou o aumento do vencimento base dos docentes através da incorporação de uma parcela do Nova Escola que só seria incorporada em 2012.

Dentro de menos de um mês, um movimento de greve com adesão de, aproximadamente, 60% dos profissionais da educação conseguiu essa “conquista”. Poderia ter sido muito mais, deveria ter sido muito mais se a adesão ao movimento fosse muito maior. Esse governo não resolveu ser bonzinho, não refez os cálculos e viu que havia a possibilidade de apresentar uma proposta de reajuste salarial, ainda que ínfima, porque acordou de bom humor. Essa conquista mínima é fruto da pressão que um movimento de greve impõe sobre um governo.

Contudo, continuamos acreditando (os números nos mostram isso): que o dinheiro para a incorporação integral do Nova Escola existe, que o dinheiro para o reajuste emergencial de 26% existe, que o dinheiro para a o descongelamento do Plano de Carreira dos funcionários administrativos existe, que há a necessidade imediata de redução dos alunos em sala de aula, que há a necessidade de uma maior democracia no ambiente escolar, QUE HÁ A NECESSIDADE DO GOVERNO ESTADUAL CUMPRIR COM SUAS PROMESSAS DE CAMPANHA DO ANO DE 2006.

Por isso, no dia 5 de julho, mesmo após ter sido anunciado que ganharíamos mais uma parcela do Nova “Esmola” (apresentando um reajuste de 4,5%), decidimos permanecer em greve. Não dá mais para ser mal remunerado e ter que conviver com todos os problemas da educação pública. Queremos uma educação pública de qualidade e isso se faz com grana, e não somente com o papel exercido pelo professor em sala de aula. A educação pública deve promover uma educação de qualidade aos filhos da classe trabalhadora, nós, professores devemos estar conscientes disso na hora de dizermos: “basta, eu não vou mais ensinar os filhos da classe trabalhadora de qualquer jeito, quero ensiná-los com igualdade de condições do ensino privado”.

Professores(as) que não estão em greve, ainda há tempo, junte-se a nós! Alunos(as) apoiem nosso movimento! Pais de alunos, apoiem nosso movimento! Sociedade, apoie nosso movimento!

A GREVE CONTINUA! A CULPA É DO CABRAL!

Henrique de Paiva Albuquerque (professor de Sociologia e militante do PSOL/Núcleo Petrópolis)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

PSOL na RUA


O PSOL é um partido novo, cujo o compromisso é com a luta pela emancipação do nosso povo, pela defesa de um desenvolvimento sustentável. O PSOL entende que política tem que estar a serviço da justiça, igualdade, liberdade do coletivo. Não admitimos corrupção, roubalheira, enriquecimento ilícito, chega de negociatas, chega de desrespeito ao que é público.

Temos poucos deputados mas todos se destacam pela coragem e lisura no exercício da representação pública. Chico Alencar, Ivan Valente, Jean Willians, Marcelo Freixo, Janira Rocha, são exemplo de um MANDATO POPULAR a serviço da luta dos trabalhadores.

O PSOL não vai para rua apenas em momento de eleição, estamos com frequência na rua denunciando, reclamando, exigindo, exercitando nossa cidadania.

Queremos denunciar a aprovação da construção da Usina de Belo Monte que só vai beneficiar a empresários, pois os índios, população ribeirinha e o povo brasileiro irão perder.

Queremos chamar a atenção da reforma política que está sendo anunciada pelo governo e a dita oposição, que até bem pouco tempo era posição. Nada vai mudar enquanto não for garantido de fato democracia, condições iguais de disputa. Nada mudará enquanto o grande capital continuar financiando campanhas eleitorais para aqueles que se dispõe a defendê-lo quando estiver no poder.

Queremos repudiar a reforma do Código Ambiental, que vem atender ao interesse do agronegócio, que com esse código pode desmatar mais e ainda por cima não paga pelo que já desmatou. Quem vai perder mais uma vez é o povo e o Brasil.

Queremos falar de nossa indignação com o Governo Cabral que trata trabalhadores em luta por salário como criminosos. Assim o fez com os bombeiros, chamando o BOPE para punir os trabalhadores . Não houve nenhum dano às instalações do Quartel Central, até o momento da entrada violenta do BOPE.

Conhecemos a intransigência do Governador com os trabalhadores e sabemos que há verba, basta o governador decidir a quem quer servir, pois se está sem grana, por que isentou a CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico uma super empresa) de pagar 695 milhões de ICMS? Por que também isentou Metro, Supervia, Barcas S.A (todos serviços que eram públicos e foram privatizados)????

Nós, do PSOL, exigimos para os bombeiros: 1- ANISTIA (não há crime) 2 – Correção do salário (de 950 para 2 mil reais) e vale transporte.

Nós do PSOL apoiamos a luta do pessoal da EDUCAÇÃO ESTADUAL e achamos que deveria se unificar. Contra um patrão, um só pelotão (professor + bombeiros + apoio da sociedade).

Em Petrópolis, assistimos um silencio. Não há oposição. As manchetes dos jornais falam dos inúmeros investimentos, são verdadeiros panfletos de defesa do Governo do PT, na realidade nada vemos de solução prática. Os desabrigados continuam sem solução, os servidores da saúde continuam sem um plano de cargos e salários, ganhando uma miséria, o transporte continua uma droga, a saúde uma vergonha, .....muita verba que veio e está vindo por conta da enchente e até hoje nada, nem conta é prestada direito. Será que estão guardando para fazer campanha ano que vem?

Por tudo isso, é fundamental mobilizar toda a sociedade e avançar na organização. Nós estamos fazendo nossa parte, venha discutir e lutar junto . Convidamos para debater conosco, participe das ATIVIDADES do PSOL de Petrópolis.

REUNIÃO PSOL – toda segunda às 19:30 h

CINECLUB - toda última quinta-feira do mês / Em junho será dia 30, às 19 h.

Local Rua Vereador Prudente Aguiar, 38 / sala 207 / Edifício Vitrine – Centro – Petrópolis

Convide amigos para nossos encontros para CONHECER.

Aguardo para um BOM DEBATE

Abraços fraternos

Ester Mendonça

Presidente PSOL Petrópolis

E-mail: nucleopsolpetropolis@gmail.com

Twitter:@psolpetropolis

Orkut e Facebook

24-9211 0661

domingo, 5 de junho de 2011

UPAS VIRAM PROBLEMAS PARA USUÁRIOS*



A máscara das UPAs começou a cair. Anunciadas pelo governo estadual como a salvação para a saúde pública no Rio, as Unidades de Pronto Atendimento começam a mostrar suas deficiências. E a imprensa, depois de ter enaltecido o projeto desde o início, começa a perceber a realidade: o serviço não resolveu a situação de falta de atendimento primário para a população; cada vez menos pacientes são atendidos pelas UPAs; a espera por atendimento, em algumas unidades pode chegar a cinco horas; faltam médicos e profissionais de saúde.

O quadro de caos não é só no Grande Rio. No interior o problema também vem ocorrendo, conforme notícias publicadas pela imprensa recentemente. A deputada Janira Rocha já vinha denunciando esta situação. “As UPAs são um dos maiores factóides políticos dos últimos tempos. Uma máquina de ganhar votos”, denunciou Janira no Jornal do Brasil, lembrando o uso eleitoreiro do projeto eplo governador Sérgio Cabral durante sua campanha para reeleição.

Veja matérias na imprensa sobre o caos nas UPAs.

http://riosulnet.globo.com/web/conteudo/16_277573.asp?

http://www.janirarocha.com.br/arquivos/UPA.pdf

*Texto da Dep Estadual Janira Rocha (PSol)