O PSOL, com dor e indignação, manifesta mais uma vez sua plena solidariedade às vítimas das enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro, em particular às famílias enlutadas. Nossa solidariedade é efetiva e imediata, pois já estamos, dirigentes, parlamentares e militantes, empenhados em coletar e encaminhar os bens necessários neste momento emergencial. Conclamamos toda a cidadania a que intensifique esse gesto fraterno elementar.
Mas esta atitude humanitária não impede, como é nosso dever de organização política, a análise de uma situação crônica e letal, que não pode mais se repetir.
A urbanização brasileira concentrou-se, historicamente, no nosso litoral, na Serra do Mar e na margem de rios. Isso impõe, sobretudo com os extremos climáticos já previstos, cuidados preventivos especiais – factíveis, mas geralmente jamais tomados, por omissão e descaso do Poder Público, sobretudo em relação às populações pobres.
Do ponto de vista legal, as Leis Orgânicas, os Planos Diretores e o Estatuto das Cidades asseguram o uso adequado do solo urbano, vedam sua utilização meramente mercantil e especulativa e orientam programas habitacionais adequados. Colocadas efetivamente em prática, evitariam a reprodução das formas criminosas de exclusão e apropriação das cidades. A omissão dos governantes, em todos os níveis, tem que ser responsabilizada criminalmente. O Governo Federal, o Governo do Estado e as prefeituras das cidades atingidas são os verdadeiros responsáveis pela tragédia. O MP, advogado da cidadania, será acionado por nós para agir nesse campo. O Governo Federal
O Programa de Prevenção e Preparação para Desastres, do Ministério da Integração Nacional, tem sido insuficiente e com recursos mal distribuídos. O Governo Lula executou no ano passado apenas 167,5 milhões dos 425 milhões previstos no Orçamento para o programa, sendo que mais da metade destes recursos foram destinados à Bahia, sem nenhuma justificativa ou estudo técnico. Como denunciou o TCU, o critério que prevaleceu foi o eleitoral para favorecer o então Ministro da Integração Geddel Vieira Lima. O Rio de Janeiro, que vive desastres como esse anualmente, precisaria de muito mais que os míseros 0,6% do total de repasses que foi feito. Questionamos também as demandas de prefeituras e do governo estadual, muitas vezes feitas de maneira precária, incompetente e descontinuada. Em geral, com as águas de março ou abril fechando o verão as promessas de vida digna para a população vão para a gaveta;
Na contramão dos recentes e trágicos acontecimentos o Congresso Nacional insiste em tentativas de revisão do Código Florestal. Reduzir Áreas de Proteção Permanente, Reservas Legais e Matas Ciliares, na busca do lucro incessante, e não avançar na reforma agrária aumenta a possibilidade de novas tragédias. O PSOL, no Congresso Nacional, também seguirá resistindo à bancada do agro-negócio e da moto-serra! Vamos colocar em debate público com a contribuição de especialistas, um Plano Diretor de Controle de Enchentes.
O PSOL, através de seus militantes e de seus parlamentares, dando consequência à solidariedade que já praticamos, vai cobrar e fiscalizar cada ação das instâncias governamentais, lutando para impedir que essa crônica de uma tragédia anunciada se repita. E para que as prioridades do investimento público sejam, de fato, para os que mais precisam, para a área social, e não para os interesses do capital e dos negócios, como de inaceitável costume.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
CINE-CLUBE LEONARDO CANTÚ
CINE-CLUBE LEONARDO CANTÚ
Próximo Cine debate
Dia 27 de janeiro (quinta-feira) de 2011
Hora: 19 h
Local:End.: Rua Prudente Aguiar, 38 / sala 207 / Edifício Vitrine – Centro
Exibição: Premiado documentário de Michael Moore
CAPITALISMO: UMA HISTÓRIA DE AMOR
Após assistir ao documentário, entre café e pipoca iremos trocar grandes conversas, vai ser muito bom !!!
SINOPSE:
O sonho americano visto como amor dos cidadãos americanos despedaçado pelas mentiras e traições do capitalismo. Milhares e milhares de pessoas perdendo seus empregos e suas casas diariamente. O filme é do grande e polêmico diretor Michael Moore, que tem sido um dos principais dissidentes da mídia estadunidense. Para variar, qualquer filme dele é imperdível.
Fonte: docverdade
A entrada é gratuita! Convide os amigos.
Abraços fraternos
Ester Mmendonça
Presidente PSOL Petrópolis
24- 9211 0661
Próximo Cine debate
Dia 27 de janeiro (quinta-feira) de 2011
Hora: 19 h
Local:End.: Rua Prudente Aguiar, 38 / sala 207 / Edifício Vitrine – Centro
Exibição: Premiado documentário de Michael Moore
CAPITALISMO: UMA HISTÓRIA DE AMOR
Após assistir ao documentário, entre café e pipoca iremos trocar grandes conversas, vai ser muito bom !!!
SINOPSE:
O sonho americano visto como amor dos cidadãos americanos despedaçado pelas mentiras e traições do capitalismo. Milhares e milhares de pessoas perdendo seus empregos e suas casas diariamente. O filme é do grande e polêmico diretor Michael Moore, que tem sido um dos principais dissidentes da mídia estadunidense. Para variar, qualquer filme dele é imperdível.
Fonte: docverdade
A entrada é gratuita! Convide os amigos.
Abraços fraternos
Ester Mmendonça
Presidente PSOL Petrópolis
24- 9211 0661
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Fique por dentro - calendário PSOL

Aconteceu! Nesta quinta-feira plantamos a semente de nosso CINECLUB de esquerda.
Foi muito legal, com direito a pipoca como qualquer bom cinema. Assistimos exibição do documentário “Encontro com Milton Santos", ou o "Mundo Global Visto do Lado de Cá". Foi um encontro de pessoas que sonham com uma sociedade justa, igualitária, fraterna e livre.
O filme com direção de Silvio Tendler mostra as contradições inerentes do capitalismo e suas investidas, decodificando seus planos, propósitos e compromissos. Chama a atenção para a banalização da pobreza, para o consumismo e conclui, “uma sociedade de consumo que está devorando o planeta“.
Avança neste olhar e revela que em nossa sociedade há segmentação da ÉTICA, que trata para alguns o direito como privilégio, fala da carência de liberdade e sua consequencia comprometendo o exercício da cidadania.... O Centro do mundo não é mais o homem mas sim o dinheiro...... Realmente um rico filme. Vala a pena vê-lo.
Possuímos uma cópia para empréstimo. Lamentamos apenas a perda da ótima discussão que foi feita após o filme, entre os presentes. Mas não faltará oportunidade de estar conosco.
Informamos abaixo o calendário da programação do PSOL:
Dia 29 de novembro de 2010 – segunda REUNIÃO do NÚCLEO que acontece TODA SEGUNDA às 19:30 no Edifício Vitrine sala 207.
Dia 6 de dezembro de 2010 - segunda REUNIÃO do NÚCLEO que acontece TODA SEGUNDA às 19:30 no Edifício Vitrine sala 207.
Dia 13 de dezembro de 2010 das 16 às 19 h no Calçadão do CENIP PRESTAÇÃO de CONTAS das lutas do ano. E depois faremos REUNIÃO de Direção do PSOL.
Dia 16 de dezembro de 2010 às 19:15h no Edifício Vitrine sala 207 - CINECLUB de Esquerda Leonardo Candé com o filme CAPITALIMO UMA HISTÓRIA DE AMOR.
Dia 20 de dezembro de 2010 a partir das 18:30 h FESTA de CONFRATERNIZAÇÃO dos Filiados e Simpatizantes do Partido.
De 21 de dezembro a 9 de janeiro de 2011. RECESSO.
Dia 10 de janeiro de 2011 – segunda Retomada das REUNIÃO de NÚCLEO que acontece TODA SEGUNDA às 19:30 no Edifício Vitrine sala 207.
Aguardamos sua presença e contribuição para discussão.
Abraços fraternos
Ester Mendonça
Presidente PSOL Petrópolis
Te: 9211 0661
Fala nosso Deputado Chico Alencar na Camara Federal

Cabines da Polícia Militar metralhadas, automóveis e ônibus incendiados, assaltos em série, arrastões, tiroteios, criminosos armados em ações ostensivas nas ruas da região metropolitana do Rio de Janeiro. Facções do comércio armado de drogas ilícitas, supostamente unidas, estariam ‘dando um recado’ às autoridades de Segurança Pública. É preciso que a cidadania, tão vulnerável, também dê o seu. Para dizer que, mais do que ‘crime organizado’, o que há no Rio de Janeiro é uma política de segurança insuficiente e desorganizada – a despeito da inegável seriedade, franqueza e honestidade do secretário Beltrame e de algumas autoridades da atual cúpula da Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro.
Destaco, como representante da população aflita do Rio:
1 – Todo apoio às recentes ações de fim do controle territorial de regiões pobres pelos bandidos. Mas sem políticas públicas plenas para as áreas e populações ditas ‘libertadas’ o potencial de degradação da vida continuará, ao invés da propalada ‘pacificação’;
2 – O ‘sacode’ do banditismo – sempre considerado ‘acuado’ pelas autoridades – só semeia pânico pelo fato de continuarem muito bem armados seus ‘ativistas’: sem desarmamento e corte das fontes desse abastecimento nada avançará. Não há registros de operações de apreensão de quantidades expressivas de armas e munições nas fronteiras do Brasil e do estado do Rio de Janeiro, na baía de Guanabara, em comboios do crime. O armamentismo das facções do varejo das drogas é alimentado pela cumplicidade ou omissão das polícias e também das Forças Armadas, no que lhes compete. Parte da força do tal ‘crime organizado’ vem das autoridades que deviam se empenhar em enfraquecê-lo;
3 – Os locais ‘perigosos’ onde ainda se esconde a bandidagem sempre foram mantidos na precariedade, no desvínculo social e cultural, e no armamentismo já mencionado, pelas autoridades que os manipulam como grandes currais de votos – quanto mais desassistidos, mais capturados ficam pela política de clientela, coniventes com o domínio espúrio das milícias ou do tráfico;
4 – Os envolvidos na onda de atentados e assaltos não compõem o pólo de uma “guerra civil”: não têm articulação política, projeto de poder nem de sociedade. No mundo da barbárie em que cresceram, toscos, só aprenderam a reagir com essa truculência bárbara e espasmódica, que não “acumula forças” nem “conquista posições”;
5 – Onde está a ‘inteligência policial’ que não previu – e, portanto, não inibiu – que chefes do varejo armado de drogas, expulsos pelas UPPs, iriam, naturalmente, se transferir para outras áreas e dali organizar reações à perda de seu domínio?
6 – Como aceitar que esse comando das ações de intimidação pelo crime se origine, absurdamente, em Catanduvas (PR), no presídio de SEGURANÇA MÁXIMA, de onde os principais chefes do tráfico do Rio de Janeiro estariam dando ordens para os ataques intimidatórios? A corrupção abre generosos – e letais! – espaços de comunicação! Isso também precisa ser urgentemente estancado.
Sala das Sessões, 25 de novembro de 2010
Chico Alencar
Deputado Federal, PSOL/RJ
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
PRESTANDO CONTAS
Oi gente estamos aí firmes na campanha
Nesta terça prestamos conta de nosso gasto junto ao TRE.
Queremos prestar contas para todos.
Até agora foram doados 20 mil panfletos do Partido. Frente campanha prefeito (Jefferson Moura) e senado (Milton temer) e verso deputado federal (Chico Alencar) e deputada estadual (eu - Ester Mendonça). Custo total do panfleto R$ 480,00 dividido pelos quatro candidatos dá uma doação de R$ 120,00 referentes ao gasto da nossa candidatura no primeiro mês de campanha.
Esperamos que todos os candidatos façam o mesmo com a verdade dos gastos.
Abraços fraternos
Ester Mendonça
50 050 (cinquenta zero cinquenta)
Nesta terça prestamos conta de nosso gasto junto ao TRE.
Queremos prestar contas para todos.
Até agora foram doados 20 mil panfletos do Partido. Frente campanha prefeito (Jefferson Moura) e senado (Milton temer) e verso deputado federal (Chico Alencar) e deputada estadual (eu - Ester Mendonça). Custo total do panfleto R$ 480,00 dividido pelos quatro candidatos dá uma doação de R$ 120,00 referentes ao gasto da nossa candidatura no primeiro mês de campanha.
Esperamos que todos os candidatos façam o mesmo com a verdade dos gastos.
Abraços fraternos
Ester Mendonça
50 050 (cinquenta zero cinquenta)
Se você está sem título de eleitor
Se está sem título vá urgente ao Cartório eleitoral para pedir segunda via, este ano só poderá votar com título.
Pela primeira vez no Brasil, o eleitor terá que apresentar dois documentos quando for votar em outubro: o título do eleitor e a identidade com foto. A exigência é parte da minir-reforma do Código Eleitoral, aprovada no ano passado pelo Congresso. Pela antiga legislação, valia um ou outro documento. Agora é conferir se os documentos estão em dia ou se será necessário tirar a segunda via do título para evitar problemas no dia das eleições. Saiba mais
--
Ester Mendonça 50.050
Deputada Estadual PSOL
Pela primeira vez no Brasil, o eleitor terá que apresentar dois documentos quando for votar em outubro: o título do eleitor e a identidade com foto. A exigência é parte da minir-reforma do Código Eleitoral, aprovada no ano passado pelo Congresso. Pela antiga legislação, valia um ou outro documento. Agora é conferir se os documentos estão em dia ou se será necessário tirar a segunda via do título para evitar problemas no dia das eleições. Saiba mais
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Ester Mendonça 50.050
Deputada Estadual PSOL
Carta de posicionamento e apelo
Continuo gostando de cuidar das pessoas, da natureza dos animais da vida. Continuo achando que todos temos direito a uma vida digna com acesso a educação, trabalho, saúde, cultura, segurança, acessibilidade, alimentação, moradia, transporte coletivo....TUDO com QUALIDADE. Como diz Madre Teresa de Calcutá “É nossa obrigação ser feliz”. E ninguém pode ser feliz quando não se tem o mínimo ou quando se incomoda com o outro que não tem o mínimo.
Continuo me indignando quando vejo injustiças. E continuo brigando e lutando para que as coisas sejam certas e justas. Não podemos viver e criar nossos filhos, netos e o futuro, numa sociedade onde o que importa é o lucro, a vantagem... não importa se saído do extermínio da natureza, do homem ou mesmo da mente. Importante é o consumo desenfreado, a meta é tirar vantagem, “se dar bem“, sem nem mesmo questionar a perda de referências de valores éticos e morais. Uma sociedade que se move pela ganância a custa da miséria do planeta do homem e da espiritualidade. Sinto-me na obrigação cidadã de contribuir para construção de um novo modelo de mundo justo, igualitário, fraterno e livre que eu chamo de sociedade socialista.
Com tantas diferenças, poucos têm muito, muitos nada têm e a classe média pagando muito alto para todos. Não posso conviver com esta realidade sem gritar, denunciar, e chamar atenção para mostrar que está tudo errado. Não posso ver os governos que deveriam agir para cuidar da garantia de justiça social, agir da forma que agem.
Onde não se respeita o que é público, dá-se ao povo migalhas de qualidade questionável e assim mesmo como se fosse um favor de olho da benesse da gratidão em período eleitoral. As obras não obedecem a planejamento, não vêem futuro, visam apenas o presente em especial as manchetes de jornais. As obras são feitas onde possam ser vista por muita gente e não onde há real necessidade e possibilidade. Ações do governo fingem servir aos pobres, mas na verdade estão a serviço do privado, dos politiqueiros. O destino das políticas públicas e suas verbas não consideram o interesse coletivo, e são distribuídas como se fosse um grande mercado, negociata do toma lá da cá de favores, leiloam a defesa dos patrimônios humanos, culturais e naturais beneficiando quem der mais... não posso assistir isso sem colocar a boca no trombone, só não falo mais porque a imprensa não dá espaço. E porque ainda não tive a oportunidade de ter a voz de defesa da justiça social e liberdade num espaço parlamentar. Por isso quero ocupar aquela cadeira na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Tenho coragem para denunciar, enfrentar qualquer governo ou poder que não cumpra sua função social com respeito e dignidade.
Ser assistente social, guia de turismo e professora me deram uma dimensão das mazelas e das belezas humanas e de toda a natureza. Lido diariamente com a precariedade e incapacidade do sistema em dar as respostas necessárias. O sofrimento das famílias e dos necessitados, sua aparente impotência, solidão, são órfãos de um Estado que deveria ajudá-lo.
É muita indignação!!!! Porque não ocupar este espaço que está viciado de velhas políticas e políticos? Por que não renovar? Por que não colocar na fiscalização aqueles que não se corrompem? O voto é importante sim e pode dar um novo caminho para a história. Eu me coloco a disposição para ter esta tarefa cidadã.
Estou candidata a deputada estadual meu número é 50 0 50 (cinquenta zero cinqüenta)
Se quer uma representação na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro que pensa que política é coisa séria, envolve responsabilidade, compromisso, transparência real, respeito ao que é público, honestidade, será uma honra poder representá-lo.
Estarei na Assembléia Legislativa executando todas as ações possíveis dentro de minha representação (fazendo leis, pedindo verbas, apresentando projetos, defendendo direitos, fiscalizando verbas, denunciando coisas erradas...) sempre em defesa um desenvolvimento sustentável, com justiça social, lisura nas contas públicas e ampla participação da sociedade, com ações voltadas para o interesse público. Não negocio compromisso, o meu é com a justiça e liberdade. Esta é minha postura de vida.
Saio candidata pelo PSOL, partido NOVO, com poucos parlamentares eleitos, mas que fazem a diferença. Mesmo com o pouquíssimo espaço da mídia, são famosos pela sua integridade, coragem, voz compromissada com a defesa de justiça e liberdade. Assim são nossos deputados como: LUCIANA GENRO (RS), IVAN VALENTE (SP) MARCELO FREIXO (RJ) CHICO ALENCAR (RJ) e quem não se lembra, da voz e da fala firme, das lutas e empenho de nossa querida HELOISA HELENA quando senadora da república. Todos do PSOL.
Queremos aumentar este tipo de representação e só podemos fazer com votos. Não podemos competir e nem achamos correto o abuso e a forma de gastos durante uma campanha. Como se gasta mais com a eleição do que tudo que irá ganhar com o salário de deputado durante todo o mandato? Nossa campanha será franciscana, contado apenas com o boca a boca, com uma corrente que pode se expandir pedindo para votar em 50 0 50 com pequenas contribuições depositadas no banco.
A campanha nas atuais regras é uma luta de desiguais. Mas não deixarei de oferecer a opção de ter na Assembléia uma MULHER GUERREIRA CORAJOSA e COMPROMETIDA. Esta é minha disposição. Peço voto e peço que peça votos.
Abraços fraternos
ESTER MENDONÇA
--
Ester Mendonça 50.050
Deputada Estadual PSOL
TWITTER: http://twitter.com/ester50050
BLOG: http://ester50050.blogspot.com/
ORKUT: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7604855855016087072
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Continuo me indignando quando vejo injustiças. E continuo brigando e lutando para que as coisas sejam certas e justas. Não podemos viver e criar nossos filhos, netos e o futuro, numa sociedade onde o que importa é o lucro, a vantagem... não importa se saído do extermínio da natureza, do homem ou mesmo da mente. Importante é o consumo desenfreado, a meta é tirar vantagem, “se dar bem“, sem nem mesmo questionar a perda de referências de valores éticos e morais. Uma sociedade que se move pela ganância a custa da miséria do planeta do homem e da espiritualidade. Sinto-me na obrigação cidadã de contribuir para construção de um novo modelo de mundo justo, igualitário, fraterno e livre que eu chamo de sociedade socialista.
Com tantas diferenças, poucos têm muito, muitos nada têm e a classe média pagando muito alto para todos. Não posso conviver com esta realidade sem gritar, denunciar, e chamar atenção para mostrar que está tudo errado. Não posso ver os governos que deveriam agir para cuidar da garantia de justiça social, agir da forma que agem.
Onde não se respeita o que é público, dá-se ao povo migalhas de qualidade questionável e assim mesmo como se fosse um favor de olho da benesse da gratidão em período eleitoral. As obras não obedecem a planejamento, não vêem futuro, visam apenas o presente em especial as manchetes de jornais. As obras são feitas onde possam ser vista por muita gente e não onde há real necessidade e possibilidade. Ações do governo fingem servir aos pobres, mas na verdade estão a serviço do privado, dos politiqueiros. O destino das políticas públicas e suas verbas não consideram o interesse coletivo, e são distribuídas como se fosse um grande mercado, negociata do toma lá da cá de favores, leiloam a defesa dos patrimônios humanos, culturais e naturais beneficiando quem der mais... não posso assistir isso sem colocar a boca no trombone, só não falo mais porque a imprensa não dá espaço. E porque ainda não tive a oportunidade de ter a voz de defesa da justiça social e liberdade num espaço parlamentar. Por isso quero ocupar aquela cadeira na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Tenho coragem para denunciar, enfrentar qualquer governo ou poder que não cumpra sua função social com respeito e dignidade.
Ser assistente social, guia de turismo e professora me deram uma dimensão das mazelas e das belezas humanas e de toda a natureza. Lido diariamente com a precariedade e incapacidade do sistema em dar as respostas necessárias. O sofrimento das famílias e dos necessitados, sua aparente impotência, solidão, são órfãos de um Estado que deveria ajudá-lo.
É muita indignação!!!! Porque não ocupar este espaço que está viciado de velhas políticas e políticos? Por que não renovar? Por que não colocar na fiscalização aqueles que não se corrompem? O voto é importante sim e pode dar um novo caminho para a história. Eu me coloco a disposição para ter esta tarefa cidadã.
Estou candidata a deputada estadual meu número é 50 0 50 (cinquenta zero cinqüenta)
Se quer uma representação na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro que pensa que política é coisa séria, envolve responsabilidade, compromisso, transparência real, respeito ao que é público, honestidade, será uma honra poder representá-lo.
Estarei na Assembléia Legislativa executando todas as ações possíveis dentro de minha representação (fazendo leis, pedindo verbas, apresentando projetos, defendendo direitos, fiscalizando verbas, denunciando coisas erradas...) sempre em defesa um desenvolvimento sustentável, com justiça social, lisura nas contas públicas e ampla participação da sociedade, com ações voltadas para o interesse público. Não negocio compromisso, o meu é com a justiça e liberdade. Esta é minha postura de vida.
Saio candidata pelo PSOL, partido NOVO, com poucos parlamentares eleitos, mas que fazem a diferença. Mesmo com o pouquíssimo espaço da mídia, são famosos pela sua integridade, coragem, voz compromissada com a defesa de justiça e liberdade. Assim são nossos deputados como: LUCIANA GENRO (RS), IVAN VALENTE (SP) MARCELO FREIXO (RJ) CHICO ALENCAR (RJ) e quem não se lembra, da voz e da fala firme, das lutas e empenho de nossa querida HELOISA HELENA quando senadora da república. Todos do PSOL.
Queremos aumentar este tipo de representação e só podemos fazer com votos. Não podemos competir e nem achamos correto o abuso e a forma de gastos durante uma campanha. Como se gasta mais com a eleição do que tudo que irá ganhar com o salário de deputado durante todo o mandato? Nossa campanha será franciscana, contado apenas com o boca a boca, com uma corrente que pode se expandir pedindo para votar em 50 0 50 com pequenas contribuições depositadas no banco.
A campanha nas atuais regras é uma luta de desiguais. Mas não deixarei de oferecer a opção de ter na Assembléia uma MULHER GUERREIRA CORAJOSA e COMPROMETIDA. Esta é minha disposição. Peço voto e peço que peça votos.
Abraços fraternos
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